João Soares de Paiva (c. 1140-c. 1194)
- Ora Faz Host’o Senhor de Navarra
Paio Soares de Taveirós (c. 1200)
- Cantiga da Ribeirinha
- A Rem do Mundo que Melhor Queria
- Como Morreu quem Nunca Bem
João de Lobeira (c. 1233-1285)
- Senhor Genta
- Ai, Senhor Fremosa, por Deus
- Ai Flores do Verde Pino
Duarte I de Portugal (1391-1438)
- Meu Dever Fez-me, como Deus ao Mundo
João Roiz de Castel-Branco (c. século XV)
- Senhora, Partem Tão Tristes
Francisco Mendes de Vasconcelos (c. século XV)
- Meu Senhor, Vós Desejais
- Trovas a Inês de Castro
- Novas da Corte
- Vaidade das Vaidades
- Feita Nos Grandes Campos de Roma
- O Sol é Grande
- Desarrezoado Amor, Dentro em Meu Peito
- Aquela Fé tão Clara e Verdadeira
- À Morte de Sua Mulher
- Canção a Nossa Senhora
- Epitáfio
Gonçalo Annes Bandarra (1500-1556)
- Trovas
Cristóvão Falcão (c. 1512-1557)
- Chrisfal
Manuel de Portugal (1516-1606)
- Outro Seu
- Que Desconcerto Amor Foi Ordenar
- A Fermosura Desta Fresca Serra
Luís de Camões (1524/1525-1580)
- Descalça Vai Para a Fonte
- Juravas-me que Outras Cabras
- Alegres Campos, Verdes Arvoredos
- Transforma-se o Amador na Cousa Amada
- Não Canse o Cego Amor de Me Guiar
- Não Sabendo Amor Curar
- Verdes São os Campos
- Ao Desconcerto do Mundo
- Oitavas a Dom António de Noronha
- Os Lusíadas
- Se Meu Desejo Só é Sempre Ver-vos
- Vosso Nome de Amor
- Aquele Claro Sol
- Livro, Se Luz Desejas
Diogo Bernardes (c. 1530- c. 1594)
- Retrato da Beleza Nova e Pura
- Põem-me Onde Queima o Sol Toda a Verdura
- Bem Mostrou o Pintor Estilo Agudo
- Meu Pátrio Lima, Saudoso, e Brando
- Desaparecem Já Por Mais que Estendo
- Na Ribeira do Lima fui Nascido
- Perdi-me Dentro em Mim
- Ao Triste Estado
- Os Versos, que Cantei Importunado
- Ao Pecado Original
- Elegia da Arrábida
- Os Olhos Meus dali Dependurados
- Da Oração
- À Morte
- Na Condição da Vida Humana
- A Seu Irmão Diogo Bernardes
Fernão Rodrigues Lobo Soropita (c. 1550 – c. 1606)
- A uma Partida
- De um Negro Namorado para a Sua Dama
- Quando o Sol Torna Donde Vos Deixou
- Do Grande Mar do Meu Tormento Antigo
- Sátira Contra o Amor
Francisco Rodrigues Lobo (1580-1622)
- Coração, Olha o que Queres
- Fermoso Tejo Meu, Quão Diferente
Brás Garcia de Mascarenhas (1596-1656)
- Viriato Trágico
Manuel da Veiga Tagarro (século XVII)
- Ode ao Pintassilgo
- Na Sepultura de Uma Dama
Tomás de Noronha (c. 1600-1651)
- A Uma Mulher que Sendo Muito Velha Se Enfeitava
Francisco de Sá de Meneses (c. 1600-1664)
- Malaca Conquistada
Violante do Céu (c. 1601-1693)
- Vida que Não Acaba
- A uma Suspeita
- Enfim Fenece o Dia
- A um Doutor
Francisco Manuel de Melo (1608-1666)
- Formosura e Morte
- Saudades
- Metáfora da Ambição
- Alegria Custosa
- Diálogo da Vida e o Tempo
- Mundo Incerto
- O Canto de Babilónia
António Serrão de Castro (1610/1614-1683/1685)
- Os Ratos da Inquisição
António Barbosa Bacelar (1610-1663)
- Glosa ao Soneto Fermoso Tejo Meu, Quão Diferente de Francisco Rodrigues Lobo
- A uma Despedida
António das Chagas (1631-1682)
- Se Sois Riqueza
- À Vaidade do Mundo
- À Sua Mulher Antes de Casar
Francisco de Vasconcelos Coutinho (1665-1723)
- A um Rouxinol Cantando
Paulino António Cabral (1719-1789)
- Aqui Sobre Esta Penha, que Defronte
- Já Corre Viração, o Sol Declina
- Às Vezes Se Não Durmo, o Pensamento
António Dinis da Cruz e Silva (1731-1799)
- O Hissope
- À Minha Morte
- Ode ao Senhor José D’Herman, em 25 de Dezembro, Dia de Natal
- Ode: Deseja o Peregrino, que Anos Longos
- O Uraguai
Tomás Antônio Gonzaga (1744-1810)
- Já, Já Me Vai, Marília
Manuel Maria Barbosa du Bocage (1765-1805)
- Tudo Acaba
- Já Sobre o Coche de Ébano Estrelado
- Temo que a Minha Ausência e Desventura
- Glosando o Mote “Nada se Pode Comparar Contigo”
- O Céu, de Opacas Sombras Abafado
- Não te Amo
- Rosa sem Espinhos
- Ai, Helena!
- Quando Eu Sonhava
- A um Amigo
- Estes Sítios!
- Destino
António Feliciano de Castilho (1800-1875)
- Cântico da Noite
Alexandre Herculano (1810-1877)
- A Graça
- O Soldado
- Num Álbum
- Mocidade e Morte
- A Voz
- A Arrábida
Gonçalves de Magalhães (1811-1882)
- Napoleão em Waterloo
- A Fantasia
- A Confederação dos Tamoios
- A Lua de Londres
- Canção do Exílio
Camilo Castelo Branco (1825-1890)
- A Maior Dor Humana
- O Noivado do Sepulcro
Raimundo António de Bulhão Pato (1828-1912)
- Carta
- Flores de Aldeia
- A Judia
- Poema da Despedida
- Meus Oito Anos
- A Valsa
- O que é Simpatia
- Saudade
- Suave Mari Magno
- A Artur de Oliveira, Enfermo
- Mundo Interior
- A Mosca Azul
- Spinoza
- Soneto de Natal
- A Carolina
- Visio
- As Penas
- Fases da Vida
Manuel Pinheiro Chagas (1842-1895)
- Poema da Mocidade
- Nirvana
- Ideal
- Mãe…
- Com os Mortos
- Idílio
- Divina Comédia
- Evolução
- Oceano Nox
- Solemnia Verba
- O Navio Negreiro
- O Gondoleiro do Amor
- O Livro e a América
- Quando Eu Morrer
- As Velhas Negras
- Esta Palavra Saudade
António Gomes Leal (1848-1921)
- Aos Vencedores
- Uma Canção de Hilário
- A Visita
- As Catedrais
- Mysticismo Humano
- À Janela do Ocidente
- Morena
- Fome no Ceará
- Regresso ao Lar
- A Lágrima
- Ruínas
- A Benção da Locomotiva
António de Macedo Papança (Conde de Monsaraz)(1852-1913)
- Salada Primitiva
- Os Ciganos
- Os Bois
- Eu e Ela
- O Sentimento dum Ocidental
Alberto de Oliveira (1857-1937)
- O Ídolo
- Aspiração
- A Casa da Rua Abílio
- A Esfinge
- As Pombas
- A um Poeta
- Língua Portuguesa
- Deixa que o Olhar do Mundo
- Em uma Tarde de Outono
- A Velhice
- A Alvorada do Amor
- Dualismo
- Interrogação
- Porque o Melhor, Enfim
Alberto Osório de Castro (1868-1946)
- Oração do Fim
- Crisantemas
Afonso Lopes Vieira (1878-1946)
- Nunca Como en Veneza
- Cancão Violeta
Antônio Francisco da Costa e Silva (1885-1950)
- Saudade
- Vou Agora Sonhar
Ortónimo:
- Padrão
- Autopsicografia
- Mar Português
- Presságio
- Há certa gente que amamos
- Isto
- São velhas as estrelas
- Dói-me o nevoeiro, dói-me o céu
- Ao pé dos salgueirais da margem
- Não sei quantas almas tenho
- Liberdade
Como Ricardo Reis
- Segue o Teu Destino
- Vem sentar-te comigo, Lídia, á beira do rio
- Antes de nós nos mesmos arvoredos
Como Alberto Caeiro
- Quando Vier a Primavera
- O Guardador de Rebanhos
Como Álvaro de Campos
- Tabacaria
- Dois excertos de odes
- Do Primeiro Regresso
- A Hora da Prece
Mário de Sá-Carneiro (1890-1916)
- Partida
Guilherme de Andrade (1890-1969)
- Simplicidade, Felicidade
- Quando a Chuva Cessava e um Vento Fino
Armando Côrtes-Rodrigues (1891-1971)
- Ergo Meus Olhos
- Passo Triste no Mundo
- Iara, a Mulher Verde
- Elegia para Minha Mãe
- In Memoriam
- Canção Elegíaca
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)
- A Máquina do Mundo
- Quadrilha
- As Sem-razões do Amor
- No Meio do Camino
Pedro Homem de Mello (1904-1984)
- O Bailador de Fandango
- Livro de Horas
- Súplica
- Requiem por Mim
- Único Poema de Amor
- Poema do Ferro e do Sangue
- Quando na Escuridão o Teu Riso Retinia
Vinícius de Moraes (1913-1980)
- Soneto de Fidelidade
- Soneto de Separação
- O Verbo no Infinito
- Poema de Natal
Gerardo Mello Mourão (1917-2007)
- Travessa das Isabéis
- Fuga de Zeus com Leda
- O País dos Mourões
- Invencão do Mar
- Camões Dirige-se aos Seus Contemporâneos
- Carta a Meus Filhos sobre os Fuzilamentos de Goya
- Amo-te Muito, Meu Amor
- Nasceu-te um Filho
- Da vida… Não Fales Nela
- Ode para o Futuro
- Humanidade
- Glosa à Chegada do Inverno
- Requiem de Mozart
- Sonetos da Visão Perpétua
- Os Ossos do Imperador
- Conheço o Sal
- Camões na Ilha de Moçambique
João José Cochofel (1919-1982)
- Acendem-se as Luzes
Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004)
- Apesar de Ruínas e da Morte
- A Pequena Praça
João Cabral de Melo Neto (1920-1999)
- Morte e Vida Severina
- Eu, Rosie, Eu Se Falasse Eu Dir-Te-Ia
- Mãe
Paulo Mendes Campos (1922-1991)
- Infância
- Em Noite Tropical
- Poema de Paris
- A uma Bailarina
- Despede Teu Pudor
- Poema Didático
- Cantiga para Djanira
Eugenio de Andrade (1923-2005)
- Manhã de Junho
- No Fim do Verão
- Alba
David Mourão-Ferreira (1927-1996)
- Elegia de Natal
- A Infância
- Nascimento – O Exilio
- A Morte – O Sol do Terrível
- A Mulher e o Reino
- Noturno
- A Viagem
- Como Dois e Dois São Quatro
- Não Ha Vagas
- Poema Sujo
- Prefácio
- Balada
- A Mão no Arado
- Despeço-Me da Terra da Alegria
- Poema para a Catarina
- Mercado dos Santos, em Nisa
- Flor de la Mar
- Este Rio
- Trova do Vento que Passa
- Definição do Amor
- Emboscadas
- O Primeiro Dia
- Arte Poética com Melancolia
- Parte: Como Se Tivesses de Ser Esquecida
- A Sofreguidão de um Instante
- Ode aos Natais Esquecidos
- Mãe, Eu Estou Tão Cansado
- Os Filhos São Figuras Estremecidas
Paulo Henriques Britto (1951-)
- Dentro da Noite que Construo aos Poucos
- Véspera
- Pos
- Toda Vida é Provisória
- Discurso de Platão a Alépsis
- Os Amantes de Pompeia
- Agosto Azul
- O Odio – Mathieu Kassowitz
- Do Ciclo das Intemperies
- Elas Passam